DIDIUS JULIANUS(Marcvs Didivs Severvs Ivlianvs)
Imperador - 193 d.C.
Dídio Juliano
Marcus Didius Severus Julianus nasceu em Mediolanum (Milan), no fim do reinado de Hadrianus, filho de Quintus Petronius Didius Severus, uma importante família senatorial. Foi cônsul com Helvius Pertinax em 174 ou 175 d.C., e governou uma série de importantes províncias militares. Foi absolvido da acusação de envolvimento numa conspiração contra Commodus, e no começo da década de 190 governou a África.
Quando Pertinax foi assassinado (28 de março de 193), Julianus estava a caminho de uma reunião do Senado, foi abordado por dois tribunos da guarda pretoriana, que insistiram com ele para que tomasse o poder e o levaram para o acampamento. Lá encontrou Flavius Sulpicianus, (tinha sido senador, cônsul, governador da Ásia e era sogro de Pertinax, em 197, Septimius Severus mandou matá-lo, sob a acusação de ter sido partidário de Clodius Albinus), que tentava ser proclamado imperador; os dois disputaram então o poder por meio de ofertas de donativos aos guardas. Julianus ganhou a disputa pagando vinte e cinco mil sestércios para cada homem, foi proclamado imperador e prometeu restaurar o bom-nome de Commodus.
Seu reinado durou apenas sessenta e seis dias.
Quando Septimius Severus invadiu Roma, Julianus foi forçado a defender a cidade, mas o Senado, instigado por mensagens de Severus, condenou-o à morte depois de depô-lo. Julianus foi assassinado no palácio, em 1 ou 2 de Junho, por um soldado comum. Sua mulher, Manlia Scantilla e sua filha Dídia Clara não sofreram qualquer dano, tendo recebido o corpo decapitado de Didius para o enterro.
Quando Pertinax foi assassinado (28 de março de 193), Julianus estava a caminho de uma reunião do Senado, foi abordado por dois tribunos da guarda pretoriana, que insistiram com ele para que tomasse o poder e o levaram para o acampamento. Lá encontrou Flavius Sulpicianus, (tinha sido senador, cônsul, governador da Ásia e era sogro de Pertinax, em 197, Septimius Severus mandou matá-lo, sob a acusação de ter sido partidário de Clodius Albinus), que tentava ser proclamado imperador; os dois disputaram então o poder por meio de ofertas de donativos aos guardas. Julianus ganhou a disputa pagando vinte e cinco mil sestércios para cada homem, foi proclamado imperador e prometeu restaurar o bom-nome de Commodus.
Seu reinado durou apenas sessenta e seis dias.
Quando Septimius Severus invadiu Roma, Julianus foi forçado a defender a cidade, mas o Senado, instigado por mensagens de Severus, condenou-o à morte depois de depô-lo. Julianus foi assassinado no palácio, em 1 ou 2 de Junho, por um soldado comum. Sua mulher, Manlia Scantilla e sua filha Dídia Clara não sofreram qualquer dano, tendo recebido o corpo decapitado de Didius para o enterro.

Dídia Clara filha de Didius

Pertinax




Este fresco, que se encontra na entrada de uma casa de Pompeia (Casa dos Vettii), representa o deus da fertilidade (deus Priapo). Este apoia seu grande membro sobre um prato da balança que faz contrapeso com o outro prato com um saco de dinheiro.
Nas portas era comum encontrar um pénis esculpido em argila ou pintado em um fresco como símbolo da fertilidade (fortuna, sorte, riqueza).