21.11.11

Maximinus I Tracius

MAXIMINUS I TRACIUS
(Caivs Ivlivs Vervs Maximinvs
Imperador - 235 a 238 d.C.

Maximino

Nascido na Trácia por volta de 173 d.C., Caius Julius Verus Maximinus veio de uma humilde família (agricultores), provavelmente de bárbaros. Era um homem boçal e pouco instruído.

Devido a sua estatura gigantesca, sua tremenda força física e sua brutalidade, entrou no exército romano e percorreu uma brilhante carreira militar. Depois de se alistar na cavalaria, tornou-se guarda pessoal do imperador; mais tarde, serviu como tribuno durante o governo de Elagabalus, e foi o principal comandante militar no período de Severus Alexander.

Dirigiu uma legião, sendo depois nomeado Governador da Mesopotâmia. Casou-se com Caecilia Paulina, e foi acusado de matá-la pouco antes de aceder ao trono. Em 235, foi proclamado imperador por suas tropas amotinadas quando realizava a cobrança de impostos para recrutamento em Rhin. Por sua vez, nomeou caesar seu filho Maximus.

Manteve com sucesso sua campanha de dezoito meses contra os povos germânicos, repelindo os ataques bárbaros em Rhin e no Danubio. Moveu a sexta perseguição contra os cristãos. O seu reinado caracterizou-se por um ódio contra a nobreza e o senado.

A sua implacável crueldade contra o povo de Roma e contra todos aqueles que foram acusados de conspirar contra ele, provocou uma resistência contínua. À insurreição de Gordianus I e Gordianus II na África, em 238, sucedeu outra em Roma quando Balbinus e Pupienus foram eleitos co-imperadores pelo Senado. Maximinius que se encontrava em Pannonnia decidiu marchar contra Roma, mas ele e seu filho foram assassinado em 24 de Junho de 238 d.C. por sua própria guarda pretoriana. As cabeças de ambos foram colocadas em postes e ficaram expostas na cidade de Aquiléia.

5.7.11

Milreu



Marius já tinha visitado Abicada (Alvor) e Cerro da Vila (Vilamoura – Quarteira) e estando de novo, em férias, na zona sul de Portugal, lembrou-se que um dia um amigo lhe tinha dito que havia umas ruínas romanas num local chamado Milreu. Visto o mapa pareceu-lhe que esta localidade estava perto de Olhão e daí ter-se dirigido para essa zona. Foi uma aventura. Nem César com as suas legiões deve ter demorado tanto a chegar à Gália como Marius demorou a chegar a Milreu. Informações contraditórias e horas perdidas sem dar com o buraco da agulha. Já sem norte pára perto de uma bomba de gasolina em Olhão ao avistar um sujeito sentado numa cadeirinha na berma da estrada e pergunta-lhe se conhecia Milreu. Pelas perguntas sucessivas verifica Marius que dali não virá nada pois o homem já tinha os ouvidos endurecidos pelo tempo. Passa um outro e a pergunta faz-se, se sabia onde ficava Milreu. O homem refere as ruínas e Marius respira de alívio, até que enfim que alguém conhece o local. Mas eis que ele faz a pergunta ao que estava sentado sobre Milreu e à pergunta a resposta é feita em pergunta:

- Quem foi que morreu?

Tirem-me deste filme!

Mais uma indicação errada e só depois em Faro (nem sei como lá fui parar) é que nos Bombeiros veio a indicação correta. Na localidade Coiro da Burra, vira-se em direção a Estói e aparece Milreu. Mas já estava fechado (fecha das 13 às 14). Um azar nunca vem só!


Milreu

Com uma apresentação de entrada ao mesmo nível da das ruínas de Cardílio o que dá um certo ar de cuidado que o IPPAR tem feito para dar a conhecer estas ruínas (pena não ter tido o mesmo cuidado na Abicada que pode-se dar como perdida para sempre pois está completamente abandonada e já pouco lá resta) esta villa rustica ainda tem muito para ver.

O peristrilo (peristylium) com colunas, ginásio (gynmnasium), vestiários (apodyterium), termas com águas tépidas (tepidarium), quentes (caldarium) e frias (na banheira do frigidarium podem-se ver mosaicos representando peixes).


O edifício religioso é imponente.


Foi aproveitado para igreja cristã a partir do século VI e tal como nas ruínas de ‘Torre de Palma’, existe um baptisfério de forma retangular e também um cemitério com um pequeno mausoléu.

Esta villa sofreu várias melhorias durante séculos e no século XVI foi construída uma casa tipicamente algarvia sobre as ruínas romanas.

ruínas no interior da casa

No pequeno museu, à entrada, pode-se ver os bustos de Agripina Minor (século I d.c.. Filha de Germânico e Agripina Major, foi bisneta do Imperador César Augusto, irmã de Calígula e cunhada de Tibério. Mais tarde tornou-se imperatriz através do seu casamento com Cláudio, que também era seu tio), de uma dama romana que se presume ser familiar de um dos ricos proprietários, do Imperador Adriano (século II d.c.) e o Imperador Galieno (século III d.c.).

Imperador Adriano


Estas ruínas foram classificadas como Monumento Nacional em 1910.

Vídeo e Fotos: Marius70

Mais Informações: IPPAR
(clicar)

"

27.5.11

Severus Alexander

Severus Alexander
(Marcvs Ivlivs Gessivs Alexianvs Bassianvs; Marcvs Avrelivs Severvs Alexander)
Imperador - 222 a 235 d.C.

Alexandre Severo


Nascido por volta de 209 d.C., Severus Alexander era filho de Julia Mamaea e Gessius Marcianus, e neto de Julia Maesa (irmã de Julia Domna, mãe de Caracalla). Como resultado das maquinações de Julia Maesa, foi adotado por seu primo Elagabalus, em 221, como seu filho e herdeiro, e seu nome passou a ser Marcus Aurelius Severus Alexander. Assim como Elagabalus, Alexander era considerado filho bastardo de Caracalla. Tornou-se imperador em 222, quando os soldados se revoltaram e mataram Elagabalus ao descobrirem que ele tentara assassinar seu jovem primo.

Embora fosse somente um menino de 14 anos, quando foi elevado ao trono, o Senado lhe concedeu o título de Pater Patriae (Pai do País), por estarem livres da depravação de seu antecessor, Elagabalus, e também devido a preocupação com as poderosas legiões romanas que estavam no controle.

O reinado de Alexander foi bem menos instável e dissoluto que o de seu antecessor, e no início tudo correu bem. Homem pacífico, de costumes simples e puros, quis ser imitador de Marco Aurélio. Fundou imensas escolas, orientadas pelo sábio jurisconsulto Ulpiano. Religioso tinha no seu oratório os bustos de Orfeu, Abraão e Jesus. Ele removeu algumas das severas leis que discriminavam os cristãos e pensou em montar um templo para a adoração cristã, mas foi convencido pelos sacerdotes a não faze-lo. Ulpianus foi nomeado prefeito pretoriano, mas foi assassinado por volta de 223/224.

Em 225, Alexander casou-se com Barbia Orbiana, mas ela foi exilada em 227, com base na alegada tentativa de revolução de seu pai. Com a queda do império persa e a ascensão dos Sassânidas, sob a liderança de Ardashir, a fronteira do Oriente começou a correr perigo. Em 230, Ardashir I invadiu a Mesopotâmia romana e ameaçou a Síria. As negociações falharam e, em 231, Alexander iniciou uma campanha, obtendo sucesso discreto em 232, ao forçar Ardashir I a se retirar. Agitações no Reno obrigaram Alexander a voltar para Roma, em 233, e ele se dirigiu à fronteira germânica em 234. Em 235 d.C., a acentuada inclinação de Alexander pelas negociações, ao invés das lutas, irritou de tal forma suas tropas que soldados o assassinaram, em Moguntiacum, encerrando assim a Dinastia dos Severus.

A magnífica administração de Alexandre Severo não teve a compreensão do exército que não recebia as benesses que requeria. Depois da sua morte, seguiu-se um período de Anarquia militar e o poder andou pelas mãos de uma série de «Imperadores de Quartel», nada menos que 21, durante 50 anos, até que Maximino subiu ao poder.

28.1.11

Elagabalus

Elagabalus
(Varivs Avitvs Bassianvs Marcvs Avrelivs Antoninvs)
Imperador - 218 a 222 d.C.

Heliogábalo


Também designado Elagabalus, Heliogábalo, nascido em Émeso, na Síria, provavelmente no ano de 205. Foi imperador romano entre 218 e 222. Filho de Julia Soaemias (sobrinha de Julia Domna) e de Sextus Varius Marcelus foi proclamado imperador, em 218 d.C., após o assassinato do imperador Caracalla, e apoiado num astucioso plano de sua mãe Soaemis e da tia-avó Júlia Domma, recebendo a púrpura imperial, com a idade de 14 anos, das tropas orientais que haviam se rebelado contra o governo de Macrinus, que foi derrotado e morto um mês depois, e o proclamaram augustus. A sua entrada na corte imperial deveu-se ao facto de ter sido considerado filho bastardo de Caracalla devido a ser parecido com este imperador.

O nome de Elagabalus deriva do deus-sol sírio-fenicio de Emesa (Síria), El Gebal (Elagabal), este representado em algumas de suas moedas, do qual era sacerdote; ele se tornaria o mais insólito imperador que Roma já tivera. Devoto fanático do culto, trouxe seu deus para Roma – ou seja, trouxe com ele a pedra negra (o deus Baal) de Emesa.

Seu comportamento escandalizou os senadores romanos e os soldados pelos seus vícios e extravagâncias. Homossexual e travesti, nem por isso deixou de casar-se com três mulheres (Julia Paula, Aquilia Severa e Annia Faustina), inclusive com uma virgem vestal. Sob seu governo, os actores, dançarinos, aurigas e atletas atingiam posições de destaque com base em seus excessos sexuais, e nem sua mãe nem sua avó conseguiram controlá-lo. Os soldados ficaram tão repugnados com sua conduta que, por volta de 221, já corriam boatos de que ele seria assassinado.


A sua intenção de impor o seu deus asiático ao panteão de divindades romano foi polémica. Sua avó, Julia Maesa, que contribuíra para sua ascensão ao trono, convenceu Elagabalus a adoptar seu primo, Severus Alexander, como filho e caesar, em 221 d.C.. Mas ele logo ficou com ciúmes do rapaz, muito popular junto às tropas, e tentou mandar matá-lo. Os soldados se revoltaram, e mataram Elagabalus e sua mãe em Março de 222, seus corpos foram arrastados pelas ruas de Roma e jogados no Tiber. O seu reinado foi considerado infame por decisão do Senado.

Sucedeu-lhe Severus Alexander.

23.9.10

Abicada

Situada a pouca distância da estrada que liga Portimão a Lagos (perto da Ria de Alvor) e depois de quase um km por estrada de areia em muito mau estado, vejo as ruínas de uma Villa Romana. Completamente abandonada, com uma cerca aberta sem ninguém a guardá-la.


Qualquer visitante pode levar as tesselas ainda existentes, descaracterizando mais uma zona que deveria ser preservada e restaurada por quem de direito, neste caso, o IPPAR.


Pouco explorada só dá para ver restos de uma habitação. O local deveria servir para escoamento de produtos piscícolas através da Ria que na época não deveria estar tão afastada.


É com imensa tristeza e revolta que mais uma vez verifico que este país é um país do deixa-andar. Quando não acarinhámos o passado como é que podemos preparar o futuro? É deixar andar e está feito.


Fotos: Marius70

Testemunho do passado

27.7.10

Ruínas Romanas de Cardílio

Por indicação de António Duarte Rodrigues (que comentou no meu blogue "Rumo ao Sul") marius foi até Torres Novas a fim de visitar as Ruínas Romanas de Cardílio.


Segundo os estudiosos, Cardilivm seria o nome do romano que habitava a Villa, embora hajam outras hipóteses para que assim não seja. Isto de revolver o passado e quando não há consenso, raramente se chega a uma conclusão pois todos querem ser os donos da verdade.


Marius já viu ruínas em pior estado (Abicada - Portimão, votada ao abandono), e muito há ainda para explorar no subsolo desta Vila, embora se saiba que, através dos tempos, os locais retiraram, para construção das suas próprias casas, muito do legado deixado pelos romanos como sucedeu em Ammaia.

Verifiquei que falta ali um telheiro para salvaguardar os mosaicos dos efeitos nocivos do sol e da chuva como vi nas ruínas de Torre de Palma.

Há que realçar, em todos as ruínas de Villas que marius visitou, que não faltavam os peristylium, pátio quadrangular com um alpendre assente em colunas que tinha um tanque ao meio, o impluvium. Para os romanos os banhos eram ponto de honra, depois veio o tempo das trevas onde o mexer no corpo, nas partes íntimas, para tomar banho era considerado pecado (ainda hoje na Inglaterra o "bidé" não faz parte das casas de banho. Curiosa é a publicidade do "Hotel Inglaterra" - Estoril, onde referem eles que (passo a citar): «Os banheiros possuem bidês». Elucidativo.)

Aqui fica o que está escrito sobre estas ruínas que consta no "Folheto Turístico" da Câmara de Torres Novas. Passo a citar:

Muito antes de 1930 as ruínas romanas eram exploradas como pedreira pelos rurais dos arredores, donde arrancavam materiais destinados à construção das suas próprias casas.

Devido a diligências da Câmara Municipal de Torres Novas, só no ano de 1963 se procedeu à escavação arqueológica orientada por Afonso do Paço, que veio a descobrir um conjunto de alicerces, bases de coluna e pavimentos ornamentados com diversos quadros de "tesselas", formando um edifício composto de três elementos principais: entrada, peristilo e exedra.

Os mosaicos, de cores vivas e motivos geométricos, predominando os de tranças e entrelaçados, estão distribuídos pelas diversas salas.

Evidenciam-se outros representando o quadro das aves de grupos opostos, o dos retratos dos donos da casa com motivos agrícolas e, mais famoso, o da inscrição latina VIVENTES CARDILIVM ET AVITAM FELIX TURRE.

Diversos materiais foram achados numa camada sobre os mosaicos, alguns estudados por Adília Alarcão e Jorge Alarcão, que se encontram guardados no Museu, tais como cerâmicas com marcas AVIL - OF COCI - MODEST F - MVTIS - NAVS - SECUNDVS - SENILIS F - SILVIP ZOILI - OF VA P. -, diversos fragmentos de formas lisas ou decoradas, uma ânfora, lucernas, vidros do século I ao IV da nossa era, metais, marfim, osso, mármore, e, posteriormente, uma estátua de menino nú (Eros).

VILA DE CARDILIO chamam às ruínas romanas, porque o nome de CARDILIVM nelas aparece delineado por pequenas tesselas de mosaico, de mãos dadas com o de AVITAM, que dois bustos, de tesselas também, parecem sugerir casal feliz na não menos FELIX TVRRE.

Mas a interpretação não é assim tão simples, nem linear, pois a famosa inscrição latina VIVENTES CARDILIVM ETAVITAM FELIXTVRRE, inserida no OPVS TESSELLATVM de uma sala, como legenda dos dois bustos, separados por foice e postos acima de duas crateras tombadas, tem merecido quase tantas traduções quantos os epigrafistas.

E o segredo permanece, de mistura com a sedução daquela TVRRE (que pode estar na origem das nossas TORRES novas) e do seu par Romano, de agricultores com certeza, a julgar pela VILLA em que viviam e pelos vasos e foice, testemunhos de vida agrícola, e prováveis símbolos de vinho e de pão.

Muitas são as interpretações tecidas à volta das seis palavras enigmáticas:

FELIX DE TVRRE fez estes mosaicos para CARDILIO e AVITA que ali viviam;

FELIX DE TVRRE fez os mosaicos em homenagem a CARDILIO e AVITA;

FELIX fez o retrato de CARDILlO e de AVITA, em vida, na localidade chamada TVRRIS;

A TORRE será feliz enquanto viverem CARDILIO e AVITA;

Vivendo CARDILIO e AVITA na TORRE FELIZ; CARDILIO e AVITA vivem felizes nesta TORRE; CARDILIO e AVITA morando na TORRE FELIZ. Se admitido está que CARDILIO e AVITA terão vivido no século IV, há construções, e espólio recolhido e identificado, que apontam para ocupação anterior, nos séculos I e II.


Das Ruínas, com extensos pavimentos de OPVS SIGNINVM e OPUS TESSELLATVM, sobressaem:

- PERISTYLVM, ou elemento central, com vestígios de doze colunas, quatro de cada lado, que formam um claustro, com vinte metros de lado, em que se insere faixa de 3,50 m de largura, revestido por seis diferentes tapetes de mosaicos. Nestes mosaicos, de tesselas de pedras azuis e brancas, que se misturam com outras de barro vermelho e amarelo, abundam os motivos geométricos (círculos secantes, quadrados, losangos simples ou combinados, triângulos seriados, círculos concêntricos), que se completam com nós de Salomão simples ou múltiplos, tranças, quadradinhos polícromos, etc.

Ao centro um quadrado de onze metros de lado, que seria jardim, com um poço revestido de alvenaria, de cerca de sete metros de profundidade, no extremo sul.

As escavações de 1984 puseram a descoberto, neste jardim, uma conduta e restos de paredes de construção anterior à "villa".

Uma calha de 50 em de largura, de OPVS SIGNINVM, corre ao longo dos quatro lados do quadrado.

OSTIVM. que terá sido a entrada principal, a poente do claustro, pavimentada por mosaico de tesselas, de cerca de 5x5 m.

Este mosaico é constituído por vários painéis, num dos quais, colocado a meio da segunda Fila, a inscrição já atrás referida. Noutro painel, na fila imediatamente abaixo, e descentrado para a esquerda, o busto de CARDILIO, de cabelo curto e ombro direito nu, com pregas na toga de púrpura, presa por fíbula, e o de AVITA, de cabeleira de vidros azuis-claros e tesselas azuis-escuras, e com veste que deixa desnudado o ombro direito.

Em terceiro painel, bem emoldurado, um grupo de quatro aves com flores pendentes dos bicos, postas duas a duas, em sentidos diametralmente opostos. Preenche o conjunto rica ornamentação de motivos geométricos (cubos em perspectiva, semicírculos. quadrados, triângulos, rombos, nós de Salomão, etc.), em tesselas azuis, vermelhas e amarelas sobre fundo branco.

O peristylum comunica a nascente com uma ampla sala de 10x6,5 m, pavimentada a OPVS SIGNINVM, ao fundo da qual se abre uma ábside que apresenta no pavimento uma fiada de buracos, onde se mantêm incrustados vestígios de cinzas, porventura emulsionadas com óleos e gorduras. É a EXEDRA, precedida de pórtico, que houve quatro colunas de frente e duas laterais. Eram de mármore as bases que se conheceram de três colunas e das quais só uma existe hoje.
Tanque a nordeste do peristylum, ladeado por colunas de tijolo, em três das suas quatro faces.
Pequena arcaria de tijolo para aquecimento, a poente do peristylum.


Texto de J. R. Bicho

in "Folheto Turístico", ed. Serviços Culturais da Câmara Municipal de Torres Novas

Fotos: Marius70